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Entre várias ações para recuperar o Pantanal, entidade pede doações para brigada

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Entidades têm trabalhado para que o Pantanal, que teve quase 30% do seu território devastado pelas queimadas em 2020, seja recuperado e, para isso, uma das principais ações é formar brigadistas para combate aos incêndios florestais.

Esse trabalho está nas mãos, principalmente, de organizações não-governamentais que, neste ano, já capacitaram seis brigadas. Pela Wetlands International, uma que já existe há um ano na Terra Indígena Kadiwéu, localizada no limite entre Porto Murtinho e Corumbá, precisa se fortalecer. Lá, a organização pede ajuda para compra de equipamentos à Abink (Associação dos Brigadistas Indígenas da Nação Kadiwéu).

Atualmente, a brigada é composta por 15 brigadistas, todos indígenas. Eles passam por uma avaliação do PrevFogo/Ibama, de quem também recebem os devidos treinamentos para atuar frente ao fogo.

No entanto, a contratação por um período de apenas seis meses pelo Ibama causa impedimentos para que eles promovam trabalhos de desenvolvimento sustentável durante o ano, e mesmo, atuem sobre os incêndios durante períodos atípicos.

A ideia é que a brigada se torne permanente, e precisa de doações para efetuar a compra de equipamentos de prevenção e combate ao fogo; implantação do viveiro e projetos de recuperação de áreas degradadas na TI, que teve 247,3 mil hectares queimados, 45,9% de sua área total.

A atuação alcança o Pantanal mato-grossense também, com necessidade do fortalecimento de brigadas comunitárias no entorno da RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) Sesc Pantanal e diagnósticos para avaliar e monitorar os impactos dos incêndios na fauna e flora, na qualidade da água do rio Cuiabá e nas populações pantaneiras ao redor da reserva.

Impulsa Pantanal

As doações podem ser feitas ao movimento Impulsa Pantanal, que além do apoio à brigada, também prevê ações emergenciais, com apoio em alimentos e itens de primeira necessidade para comunidades que ficaram isoladas e desassistidas no Pantanal; implantação de hortas de subsistência, acesso à água potável e melhoria das condições das comunidades tradicionais; bem como recuperação de áreas degradadas pelo fogo e reestabelecendo as funções e serviços da natureza. 

Fonte: Campo Grande News