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Conheça cinco animais que foram considerados extintos recentemente

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Embora os pesquisadores tenham registrado inúmeras novas espécies animais desde o início do século 21, muitas outras foram extintas. Os humanos são contribuintes comuns para a extinção, apesar de pesquisas inovadoras e esforços de conservação.

Saber o número de espécies que perdemos não é fácil, com as estimativas diárias variando muito..

Confira aqui alguns dos animais que foram recentemente declarados extintos:

Rinoceronte-negro-ocidental foi declarado extinto em 2011. Foto: Reprodução

Rinoceronte-negro-ocidental

Em 2011, a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) reconheceu o rinoceronte-negro-ocidental (Diceros bicornis longipes), a mais incomum das subespécies de rinoceronte-negro, como extinto. Houve um tempo em que a espécie estava disseminada na África central, mas a população diminuiu rapidamente por causa da caça ilegal.

Em 2008, esse animal foi adicionado à lista de espécies criticamente ameaçadas de extinção. Mas, uma pesquisa do último habitat existente do rinoceronte-negro-ocidental na região norte dos Camarões, não foi capaz de encontrar nada dele ou indicadores de sua existência. Não se sabe se algum rinoceronte-negro da África Ocidental é mantido em cativeiro.

Baji ou golfinho do rio Yangtze é considerado provavelmente extinto. Foto: Reprodução

Baiji
O baiji da China (Lipotes vexillifer) também é chamado de golfinho-lacustre-chinês, golfinho-branco ou golfinho-do-yang-tsé. O cetáceo fluvial foi visto pela última vez em 2002. Em 2006, pesquisadores da Fundação Baiji fizeram uma expedição pelo rio Yang-Tsé por mais de 3 mil km. Eles estavam com microfones subaquáticos e instrumentos ópticos, mas não foram capazes de detectar nenhum golfinho existente. Após essa busca, um relatório foi divulgado declarando a espécie “funcionalmente extinta”. Isso significa que podem ainda haver alguns indivíduos na natureza, mas essa população é tão pequena que não viabilizaria a sobrevivência da espécie.

George Solitário foi a última tartaruga gigante de Pinta, em Galápagos. Foto: Reprodução

Tartaruga-das-galápagos-de-pinta
George Solitário foi o último indivíduo conhecido da extinta tartaruga gigante da Ilha de Pinta (Chelonoidis abingdonii). George foi um ícone das Ilhas Galápagos, que morreu em cativeiro no dia 24 de junho de 2012, com pouco mais de 100 anos.

Desde aquela época, uma equipe de pesquisadores em expedição descobriu algumas tartarugas híbridas da primeira geração nas Ilhas Galápagos, no Equador, perto do Volcán Wolf, no norte da Ilha Isabela. O motivo da extinção das tartarugas gigantes foi que elas eram usadas como fonte de alimento a bordo para os baleeiros do século 19 e também para o desmatamento quando as cabras foram introduzidas.

A ararinha-azul inspirou a personagem Blue na animação ‘Rio’. Foto: Reprodução

Ararinha-azul
A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é nativa do Brasil e foi vista pela última vez na natureza em 2016. Em 2019, foi declarada extinta na natureza. Mas atualmente existem cerca de 160 dessas aves em cativeiro. Um programa de reprodução envolvendo Brasil e parceiros internacionais vem trabalhando para reintrodução da espécie na natureza.

As ararinhas-azuis ficaram sob os holofotes com a personagem Blu, do filme de animação “Rio” (2011). Infelizmente, o tráfico de animais silvestres se tornou um fator significativo que levou o animal à extinção na natureza, assim como a perda de habitat.

Corpo empalhado de Celia entrada do Parque Nacional de Ordesa, na Espanha. Foto: Reprodução

Íbex-dos-pirenéus
Em 2000, o íbex-dos-pirenéus (Capra pyrenaica pyrenaica) ou bucardo, que é uma das duas subespécies extintas do íbex-ibérico, foi declarado extinto.

Houve um tempo em que as espécies dessa cabra da montanha eram numerosas e vagavam pela França e Espanha. Porém, seus números haviam caído para menos de 100 no início do século 20. O último íbex-dos-pirenéus foi uma fêmea apelidada de Celia, que foi encontrada morta no norte da Espanha em 6 de janeiro de 2000. Foi revelado que uma árvore caiu e matou Celia. O corpo empalhado de Celia pode ser visto na entrada do Parque Nacional de Ordesa, na Espanha.

Em 2003, uma equipe de cientistas franceses e espanhóis trouxe à vida uma fêmea clonada, que acabou morrendo 10 minutos após nascer devido a uma falha nos pulmões.

MB com informações do Natural World News e ICMBio