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Controle o latido excessivo do seu cão

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Muitos cachorros latem demais para chamar a atenção do tutor. Foto: Reprodução

O latido é uma forma de expressão utilizada pelos cães e, por isso, é normal e até saudável. Mas quando o animal exagera, isso vai estressar o tutor, os vizinhos e até o próprio cachorro, que poderá desenvolver problemas ligados ao aparelho digestivo, como uma gastrite, por exemplo. Nessas ocasiões, o tutor se vê em apuros: o que fazer para controlar o latido do pet?

O primeiro passo é descobrir a causa do excesso de latidos e tentar eliminá-la. Muitos são os fatores que levam os cães a exagerar na dose: instinto de proteção territorial ou materno (no caso de fêmeas que estão com ninhada), medo, fome, sede, dor, solidão, resposta a uma provocação ou até mesmo para chamar a atenção de seu tutor.

“Na maioria das vezes, o tutor é o grande responsável por esses latidos incovenientes. Ao perceberem que os animais estão latindo muito, os tutores, em muitos casos, acabam fazendo carinho, dando um petisco para tentar ou apenas dizendo um dengoso ‘xiii, quietinho’ para tentar demovê-lo desse hábito. Se agir assim, o cão vai latir mais e mais alto, pois achará que o tutor gosta disso”, explica a veterinária Rosana Gomes.

Outro erro dos tutores é achar graça dos latidos provocados por sons de campainha e de buzinas. “Os cães devem ser familiarizados desde cedo com esses barulhos. Se o tutor vibra quando o filhotinho late ao ouvir a campainha, esse hábito vai permanecer no animal adulto”, diz a veterinária.

Exercícios diários são fundamentais

A falta de exercício físico também pode levar ao excesso de latidos: é recomendável dar um passeio diário com seu amigão. “Muitos cães desenvolvem esse hábito irritante para chamar a atenção do tutor. Eles precisam gastar energia, se distraírem”, destaca a veterinária. Para aqueles que passam muito tempo sozinhos, ofertar brinquedos minimiza o problema. Adquirir outro bicho para fazer companhia ao cão solitário também ajuda.

A punição deve ser usada para combater os latidos incovenientes, caso o problema não melhore depois de detectada a causa. “Podemos usar vários métodos, inclusive o clássico ‘psiu’, dado com firmeza. O cão deve reconhecer o tutor como seu líder. Muitas vezes, até mesmo um olhar mais severo o fará de desistir de continuar latindo”, avisa a veterinária. Se ainda assim não resolver, uma outra forma de agir é usando um jatinho de água (jato contínuo com molhadores de plantas) no momento em que ele estiver latindo. “Repita a operação até eliminar o problema. Mas é importante que o animal não veja quem está jogando o esguicho de água”, complementa.

O mercado também oferece produtos que combatem o problema, como a coleira antilatidos, que possuem um dispositivo sonoro de adestramento. O objeto provoca desconforto ao animal toda vez que ele começa a latir (normalmente o material vibra ou libera um odor desagradável). “O certo é sempre procurar uma forma saudável de educar o cão. Se o tutor não conseguir ter esse controle, o ideal é recorrer a um especialista em comportamento animal ou um adestrador”, finaliza Rosana Gomes.

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