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Saiba como receber o segundo pet em casa

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O segundo mascote deve ser introduzido no novo lar aos poucos para a harmonia prevalecer. Foto: Pixabay

Um bicho de estimação costuma ser motivo de alegria no lar. Mas se a ideia é adotar mais um companheiro, é preciso tomar alguns cuidados antes de levá-lo para casa. Tudo para que a euforia inicial não se transforme em arrependimento. Crises de ciúmes e disputas por território costumam ser os motivos principais para as desavenças entre os bichos.

“Os cães não castrados são mais propensos a serem territorialistas e eles podem se considerar o líder da sua família de humanos. Neste caso, a vinda de um outro cão pode significar atritos na certa”, adverte o veterinário Ernani de Castilho.

O grau de intolerância a um novo companheiro na família varia de cão para cão. O animal pode apresentar comportamento agressivo, fazendo suas necessidades nos pés dos móveis ou rasgando tecidos de camas, sofás e almofadas. “Em alguns casos, a curiosidade do cão em relação ao novo animal, seja um gato, outro cachorro, ave ou roedor, pode se transformar em ataque, pois muitos cães atacam qualquer animal que entre em seu território”, explica o veterinário.

Mas também há casos de afinidade à primeira vista, como conta a pedagoga Aline Gama. “Quando trouxemos o nosso gatinho, Eliseu, na época com 3 meses, para casa, a Cristal, nossa poodle de 8 anos, à princípio ficou muito desconfiada, mas também curiosa. Mas bastaram algumas cheiradas um no outro e uns momentos de brincadeiras, para eles não se desgrudarem mais. Parece que ela o adotou como filhote, chegava a banhá-lo com lambidas. Agora ele está com quase um ano e eles seguem muito amigos, até dividem a mesma caminha”, relata.

Separa que é treta: se as brigas se tornarem violentas e frequentes, deve-se manter os animais separados. Foto: Pixabay

De acordo com o veterinário Ernani de Castilho, ao levar mais um animal para casa, o tutor deve observar o comportamento do mais antigo. “Têm animais que são muito dóceis e não demonstram alteração no comportamento com a chegada de um novo companheiro. Mas há casos em que o cão reage de forma agressiva e assim é melhor separá-los”, orienta.

Que o diga a costureira Ana de Assis Monteiro: “Meu cachorro tem 9 anos e se sente o dono do pedaço. Quando o Thor chegou em casa foi uma confusão sem fim. Infelizmente, não teve jeito de fazê-lo aceitar o novo companheiro. Minha sorte é que minha mãe mora na mesma vila e aceitou ficar com o novo cachorrinho. Cada um no seu canto e pronto, já que o ciúme falou mais alto.”

Já com relação aos gatos, os tutores podem ficar mais tranquilos. “Os gatos podem ficar acanhados, no canto, mas dificilmente se tornam uma ameaça ao novo pet. No máximo, podem arranhar. O felino já está em seu ambiente e, ao se sentir ameaçado, simplesmente vai se afastar do novo animal e, em alguns casos, do próprio tutor, tornando-se arredio, evitando carinhos”, detalha.

Entretanto, tanto o gato quanto o cão sentem-se mais ameaçados quando o animal que chega é do mesmo sexo. “O macho se adapta mais facilmente com a fêmea, porque na natureza eles se procuram e convivem sem que um invada o espaço do outro”, finaliza o veterinário.

Os gatos podem ficar acanhados e dificilmente se tornam uma grave ameaça ao novo pet, no máximo, podem arranhar, Foto: Pexels

Dicas para uma boa convivência

Aos poucos. O segundo animal deve ser introduzido aos poucos, mas não deve ficar seprado do outro por muito tempo, pois assim a união será cada vez mais difícil.

Desprezo. O tutor deve demonstrar um certo desprezo pelo novo pet quando estiver na frente do outro. Isso é para que o mais antigo perceba que o novo companheiro não roubará a atenção do seu tutor.

Esteja junto. No começo, o tutor deve ficar sempre presente, evitando deixá-los sozinhos.

Pano. Coloque um pedaço de pano com o cheiro do novo pet junto à caminha ou sob a vasilha de alimento do maia antigo, para que um se acostume ao odor do outro.

Hora da comida. Alimente primeiro o pet antigo, deixando que ele fique satisfeito. O ideal, nos primeiros dias, é dar a comida separadamente, em locais diferentes, para que eles não briguem pelo alimento. De vez em quando deve-se “esnobar” o novo mascote na frente do outro, mostrando que ele ainda é o preferido.

Briga. Se um brigar com o outro, deve-se separar a briga e brigar com o mais novo, mesmo que não tenha sido ele quem começou. Se as brigas começarem a se tornar violentas e frequentes, deve-se mantê-los separados. E uma vez separados, é muito difícil conviverem juntos algum dia.

Primeiros dias. Logo nos primeiros dias já é possível se avaliar como os novos companheiros e companheiras ficarão juntos. Mas o ideal é não deixá-los sozinhos, pelo menos durante umas duas semanas.

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