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‘Tô fraca’: a inconfundível galinha d’angola

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Barulhentas e agitadas, as galinhas d’angola emitem gritos estridentes: Foto: Pixabay

Angolinha, coca, guiné, tô fraca. A galinha d’angola (Numida meleagris) é conhecida por muitos nomes, em diferentes regiões do país. Nativa da África, foi trazida para cá pelos colonizadores portugueses na época da escravidão, para ser utilizada na produção de carne, de ovos e também para ser criada como ave ornamental. Existem três tipos: a branca, a cinza-azulada e a pintada (a mais popular).

Apesar de domesticada há muito tempo, a galinda d’angola preserva seus hábitos selvagens. Anda em bandos para lá de barulhentos. “Tô fraca! tô fraca! tô fraca!”, é como soa seu cacarejo inconfundível. “Quando percebem a presença de algum estranho, as galinhas d’angola ficam agitadas e começam a gritar. Por isso são boas aves de guarda. Mas ao contrário dos gansos, que atacam os intrusos a bicadas, elas preferem correr e voar”, diz o veterinário e zootecnista Armando Abreu.

Existem três tipos: a branca, a cinza-azulada e a pintada, que é a mais popular. Foto: Pixabay

De fácil manejo e resistente a doenças, as galinhas d’angola não exigem muitos cuidados especiais. Podem ser criadas em galinheiros fechados com chão de terra (para que possam ciscar) ou soltas no quintal. O tamanho mínimo das instalações deve ser de 5 m (comprimento) x 3 m (largura). Para proteger as aves do sol e da chuva, a cobertura deve ser com telhas de amianto. E para cercar o galinheiro, deve-se utilizar telas de polietileno, que são mais flexíveis que as telas de arame. Coloque poleiros de madeira (distantes 30 cm uns dos outros), bebedouros e comedouros. Mas se a opção for criá-las soltas, há uma vantagem, segundo o veterinário: “Elas são eficientes na limpeza do quintal, pois além de grãos, também comem insetos, formigas, minhocas e até pequenas cobras”

Para iniciar a criação,o ideal é adquiri poucas aves: um macho para cinco fêmeas. Com seis meses de vida, já começam a postura de ovos. O período de incubação é de 28 dias, aproximadamente. Mas as galinhas d’angola não são boas chocadeiras. Galinhas garnizé ou outra espécie que esteja no choco também podem ser utilizadas como mães substitutas na incubação dos ovos. “Outra opção é usar chocadeiras artificais ou manuais”, orienta o criador João Antônio Batista.

As galinhas d’angola podem ser criadas soltas e adoram catar minhocas. Foto: Reprodução

GALINHA BEM CRIADA

ALIMENTAÇÃO. Precisam de alto teor de proteína na alimentação. Ração para galinhas domésticas não atendem as necessidades nutricionais desses animais. Dê ração industrializada para galináceos silvestres. Como complemento alimentar, ofereça grãos (milho, arroz com casca etc.), frutas e verduras.

REPRODUÇÃO. O período de postura vai de setembro a março. A fêmea pode botar até 80 ovos por ano.

CHOCADEIRA. Existem dois tipos: A automática pode ser programada para fazer a viragem dos ovos e manter a temperatura e a umidade adequadas. Já a manual, apenas mantém a temperatura e a umidade constantes. A viragem dos ovos deve ser feita manualmente.

PREÇO. O casal custa, em média, R$ 80.

TEMPO DE VIDA. De 11 a 13 anos.

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