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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Petauridae
Gênero: Petaurus
Nome científico: Petaurus breviceps
Nomes populares: Petauro-do-açúcar, sugar glider, planador do açúcar.
Origem: Austrália.
Habitat: Florestas tropicais e temperadas da Austrália e Nova Guiné.
Características: Marsupial arborícola do tamanho de um esquilo, possui uma membrana entre as patas dianteiras e as patas traseiras, chamada de patágio. Esta membrana permite ao animal planar quando se desloca entre árvores, conseguindo atingir maiores distâncias e com maior precisão, como se estivesse usando um paraquedas. A sua pelagem é maioritariamente cinzenta e branca na barriga. Apresenta um anel escuro em volta dos olhos e uma faixa negra no meio dos mesmos. A sua cauda é quase tão longa quanto o seu corpo.
Tamanho: 15 a 20 cm.
Peso: 120 a 150 gramas.
Comportamento: É um animal em grande parte noturno, com uma ótima visão no escuro. Raramente os petauros descem ao solo, pois encontram abrigo e comida nas árvores. São muito sociais e vivem em colônias ou pequenos grupos familiares com até sete adultos e as respetivas crias. É comum encontrá-los dormindo todos juntos, pois assim mantêm-se aquecidos.
Reprodução: Nidificam em cavidades de árvores, que podem ser ocupadas por até 10 adultos. As fêmeas têm uma a duas crias por gestação, que permanecem com ela até aos 10 meses de vida.
Alimentação: Onívoro, consome matéria vegetal e animal, como folhas, néctar de flores, goma de acácia, seiva de eucalipto e pequenos invertebrados.
Expectativa de vida: 9 anos.
Status de conservação: As suas principais características, como ser pequeno, aparência fofa com olhos grandes cativantes e a habilidade de planar, têm tornado esse bichinho cada vez mais popular mundialmente como pet. No entanto, sendo um animal selvagem, não é indicado criá-lo como animal doméstico, pois requer condições muito específicas. Apesar da população em estado selvagem se encontrar estável, o aumento da comercialização desses marsupiais é visto como um fator ameaçador para a espécie.
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